Olá # - Sair     mapa do site  
Empresa
Atividades
Histórico
M&A
Estratégia
Área de Atuação
Fundo de Investimento
Perfil do Fundo
Capital Tech
Capital de Risco
Newsletter
Venture Capital News
Casos de Sucesso
Cases
Filantropia
Art Supply
Instituto Beethoven
Fale Conosco
Localização
Cadastre seu Projeto
 
Newsletter | Venture Capital News | Capital News  

Ano 3 - Nº 34 - BNDES - sempre uma boa alternativa

 

                                                 
   
     
 
 
   
     
     
   
   
   
 

Como Brasileiros podemos dizer que já aprendemos muitas li­ções no passado, porem a cada dia nos surpreendemos com a criatividade das crises que ainda nos “pegam de surpresa”. 

 

Tento listar abaixo algumas destas lições:

· Não podemos ignorar as lições que aprendemos no passado, porem continuamos aprendendo muito com as incertezas do mercado.

· Fundos com desempenho superior à média (ou “Record”), sempre falham no final.

· Nunca subestime a importância da alocação diversificada de seu capital.

· Quando o “jardim” do investidor ao lado parece mais verde, sempre pense duas vezes antes de se “mudar” para ele.

· Cuidado com a inovação Financeira, elas são feitas para en­riquecer os inovadores, não os seus investidores.

 

Não podemos dizer que não fomos de certa forma avisados do que viria. O estouro da bolha da Internet no inicio desta decada trouxe ao mercado Americano a vontade de investir em bens imóveis. Os preços inflacionaram e seus financiados não pude­ram pagar suas dívidas. Somem tudo isso a “Inovação Finan­ceira dos Derivativos”. Pronto: outro estouro.

 

O que fazer agora:

· Não imagine que o desempenho do passado vá continuar.

· Diversifique seu capital.

· Renda Fixa, “Bonds”, Ações de empresas produtivas, imóveis comerciais (ainda hoje no Brasil) são sempre boas opções para o investidor pessoa física.

· A incerteza no mercado de trabalho exige reforço das reser­vas. A poupança deve ser suficiente para enfrentar os desa­fios que hão de vir.

· A organização de suas finanças (sejam pessoais ou corpora­tivas) devem ser organizadas na ordem certa de prioridades: Primeiro as dívidas, depois as despesas e por fim os investi­mentos.

 

Temos agora muitas oportunidades de investimento em capital empreendedor. Ser produtivo, pensar no mercado e trazer be­nefícios para a sociedade, isso sempre funcionou.

 

Vamos então continuar trabalhando e focando nos resultados. Aprender com as lições do passado e passar por “mais este de­safio”!

 

Desejo muita cautela e trabalho em 2009.

 

Miguel Perrotti

Sócio da Invest Tech

 
   
   

Índice Invest Tech - TI

 
 
 

Saiba Mais: 

 
   

BNDES - sempre uma boa alternativa

 
 
 

Entenda como as empresas de TI podem se beneficiar dos recursos disponibilizados pelo BNDES através do Prosoft e BNDESpar.

 
   
   
   
   
   

* Cloud Computing levará sete anos para amadurecer

 
 
   

* Citrix e Intel fecham acordo na área de virtualização

 
 
   

* Parceria com HDS deve responder por 30% do crescimento da BSA

 
 
     
   
   

Tecnologia                                    Fonte: TI Inside

 
   
     
   

R$ 60,2 bi

 

 

É o valor movimentado no mercado brasileiro de tecnologia em 2008.

 
   
   
   

Celulares no Brasil                              Fonte: IDC

 
   
     
   

12,6 %

 

É a queda no mercado de celulares no ultimo trimestre de 2008.

 
   
   
 
   
   
     
   
   
   
   

O BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, como seu próprio nome diz, tem como objetivo disponibilizar recursos para apoiar empreendimentos que contribuam para o desenvolvimento do país. Esta ação busca a melhoria da competitividade da economia brasileira, nos seus diversos setores, e a elevação da qualidade de vida da sua população. 

 

Para o segmento de TI, em especifico, existe o Programa para o Desenvolvimento da Indústria de Software e Serviços de Tecnologia da Informação – PROSOFT, que tem o objetivo de desenvolver a indústria nacional de software e serviços de Tecnologia da Informação (TI), de forma a:

 

· ampliar significativamente a participação das empresas nacionais no mercado interno;

· promover o crescimento de suas exportações;

· fortalecer o processo de P&D e inovação no setor;

· fomentar a melhoria da qualidade e a certificação de produtos e processos associados ao setor;

· promover o crescimento e a internacionalização das empresas nacionais do setor;

· promover a consolidação setorial;

· promover a difusão e a crescente utilização do software nacional no Brasil e no exterior;

· fortalecer as operações brasileiras de empresas multinacionais de software e serviços de TI que desenvolvam tecnologia no Brasil e/ou utilizem o país como plataforma de exportação

 

O BNDES possui duas formas de financiamento, através de dívida ou de participação acionária. O BNDESPar é o braço de Capital de Risco (Venture Capital e Private Equity) do BNDES e realiza seus investimentos via participação acionária. As empresas podem pleitear tanto dívida, Prosoft - para as empresas de TI, como participação acionária, já em sua primeira solicitação de recursos.

 

O primeiro passo para pleitear recursos no Prosoft é elaborar um Plano de Crescimento consistente da empresa, contemplando todas as informações financeiras e organizacionais, exigidas a partir do roteiro disponibilizado pelo BNDES.

 

O Prosoft financia até 85% do plano de investimento apresentado pela empresa, a qual deve apresentar 15% do valor como contrapartida. Esta contrapartida pode conter gastos e investimentos realizados até seis meses anteriores à data-base do plano. O financiamento mínimo para o Prosoft é de R$ 400.000,00 e uma das grandes vantagens é a não-exigência de garantias reais para a concessão do financiamento inferiores à
R$ 10 milhões. A liberação do crédito depende das necessidades apresentadas no plano de crescimento e, geralmente, o total é liberado em até quatro parcelas.

 

O cronograma normal para avaliação do Plano de Negócios e liberação dos recursos gira em torno de seis meses, sendo um mês para enquadramento da operação, dois a três meses para a análise final do plano e dois meses para o processo de contratação, que envolve o período de negociação em detalhes das cláusulas contratuais.

 

Algumas exigências devem ser cumpridas após a liberação do crédito, como a comprovação de todos os gastos descritos no Plano através de notas fiscais. Para a liberação das parcelas do financiamento é necessário que a empresa seja periodicamente auditada, na qual será verificada se os gastos estão seguindo o planejamento feito no Plano de Negócios.

 

A Invest Tech possui uma equipe com experiência comprovada em processos de captação de recursos e relacionamento com o BNDES, e dessa forma assessora seus clientes e investidas desde a elaboração do Plano de Negócio até as negociações finais com o Banco.

 

Captamos em diversas transações mais de R$ 60,0 milhões junto ao BNDES, tanto em dívida (Prosoft) como em participação acionária. O resultado dessas operações é um crescimento alavancado dos negócios e o desenvolvimento da indústria brasileira de Tecnologia da Informação.

 

 

Fábio Chagas/Vanessa Seabra

 
 
   

Cloud Computing levará sete anos para amadurecer

 
 
 

O conceito de cloud computing ("computação em nuvem") atravessa uma fase de crescimento acelerado, mas ainda necessita de vários anos e muitas mudanças no mercado para deixar de ser uma tendência e passar a ser emprega­do em larga escala, segundo um estudo do Gartner.


De acordo com a consultoria, as companhias que investem pesadamente em TI devem passar a realizar projetos de cloud computing apenas depois de 2011, quando o mercado começará a ficar maduro e será dominado por um sele­to grupo de fornecedores.


Após esse período, o Gartner prevê que o mercado vai assistir ao surgimento de uma onda de novos fornecedores e, posteriormente, passará por um processo de consolidação. Ao mesmo tempo, as aplicações de cloud computing se tornarão mais atraentes para integrar a área de desenvolvimento das grandes empresas.


Para a consultoria, em 2015 o cloud computing se tornará commodity e será a solução preferida para muitas aplica­ções nos projetos de desenvolvimento.

 

O cloud computing se tornando uma tecnologia madura durante os próximos anos, haverá três distintas, mas ligei­ramente sobrepostas, fases de evolução. A primeira, que acontecerá até 2011, será a de pioneirismo. A segunda fase, que vai de 2010 até 2013, será marcada pela consolidação do mercado, enquanto que a terceira, de 2012 até 2015, compreenderá o ápice e sua "commoditização".

 
 

Citrix e Intel fecham acordo na área de virtualização

 
 

Com a meta de ampliar sua atuação no mercado de virtualização, a Citrix anunciou a assinatura de um acordo com a Intel para produzir uma nova classe de soluções de virtualização que aperfeiçoam o fornecimento de aplicativos para milhões de dispositivos baseados em processadores Centrino 2 e Core2 da Intel. A idéia com isso é possibilitar a redução dos custos com a administração de desktops.


A Citrix desenvolverá as primeiras soluções para o fornecimento de aplicativos para desktops Intel Core 2 e laptops Centrino 2 com tecnologia Intel vPro. "Essa abordagem inovadora da Citrix e da Intel tem o potencial de fazer a ba­lança pender para alternativas de virtualização de desktop, o que deve impactar a indústria de gestão de desktop tradicional que, atualmente, custa bilhões de dólares por ano para as empresas", afirmou Mark Bower, analista do Enterprise Strategy Group (ESG).


Segundo N. Louis Shipley, vice-presidente e gerente geral de produtos XenServer da Citrix, a empresa e a Intel tra­balharam juntas para liderar o desenvolvimento do hipervisor Xen de código-fonte aberto, que trouxe um novo pa­tamar de abertura, segurança e escala para a indústria de virtualização de servidores. "Ampliar essa colaboração para o cliente permitirá que a infra-estrutura do Citrix Delivery Center se comunique diretamente com milhões de dispositivos baseados em Intel, mudando as regras da virtualização de desktop de uma forma que beneficia clientes de ambas as empresas", afirmou o executivo.


Além disso, segundo a Citrix e a Intel, a parceria permitirá que, pela primeira vez, fabricantes de PCs incluam virtu­alização "embutida" diretamente aos seus sistemas de computação, de desktops e laptops.

 

 
 
   

Parceria com HDS deve responder por 30% do crescimento da BSA

 
 

BSA Brasil e Hitachi Data Systems (HDS) firmaram parceria para fornecer serviços de virtualização. A decisão veio acompanha de uma análise de mercado, que indicou a necessidade de apresentar novas possibilidades para um grupo de clientes que se encaixa na denominação PME (pequena e média empresa) e passa por processo de "amadurecimento tecnológico". Segundo informações da BSA, o acordo deve representar cerca de 30% do cresci­mento da empresa, que, neste ano, espera ganhar ao menos dez novos clientes.

 

Em entrevista ao IT Web, o diretor de infraestrutura da BSA Brasil, Marcelo Loro, explicou que a companhia traba­lha com dois grupos de clientes: as grandes corporações e as PMEs, e buscam ofertas que atendessem a esses dois mercados. O grupo PME quer serviço de storage, mas com inteligência agregada", contou, apontando que as em­presas deste porte vêm se estruturando. "Elas amadureceram sob o ponto de vista dos negócios e agora precisam de amadurecimento tecnológico", concluiu.

 

Além do storage, o executivo avaliou que o software como serviço (SaaS, na sigla em inglês) é outro conceito que tem tido boa aceitação nesse grupo de empresas.

 

Sobre a parceria com a HDS, Loro informou que ela aconteceu pela necessidade de promover a "inteligência" no gerenciamento buscada pelas empresas; e a subsidiária da Hitachi possuía o know-how necessário e a liderança no segmento de storage. Com esse acordo, os clientes terão, conforme explicou o diretor, gerenciamento centralizado, instalações simplificadas, suporte e manutenção facilitados.

 

Para Loro, a solução oferecida em parceria com a HDS é a junção das necessidades das áreas de suporte e produ­ção, que são carentes, entre outras coisas, em automação, storage e redimensionamento de rede. O executivo ob­servou ainda que, com a união, não importa mais qual o tipo de hardware, mas o software que centralizará o ge­renciamento.

 
 
     
   

em 10/02/2009

  cvmABVCAPanbid    

Perrotti Partners Blackstone