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Como Brasileiros podemos dizer que já aprendemos muitas lições no passado, porem a cada dia nos surpreendemos com a criatividade das crises que ainda nos “pegam de surpresa”.
Tento listar abaixo algumas destas lições: · Não podemos ignorar as lições que aprendemos no passado, porem continuamos aprendendo muito com as incertezas do mercado. · Fundos com desempenho superior à média (ou “Record”), sempre falham no final. · Nunca subestime a importância da alocação diversificada de seu capital. · Quando o “jardim” do investidor ao lado parece mais verde, sempre pense duas vezes antes de se “mudar” para ele. · Cuidado com a inovação Financeira, elas são feitas para enriquecer os inovadores, não os seus investidores.
Não podemos dizer que não fomos de certa forma avisados do que viria. O estouro da bolha da Internet no inicio desta decada trouxe ao mercado Americano a vontade de investir em bens imóveis. Os preços inflacionaram e seus financiados não puderam pagar suas dívidas. Somem tudo isso a “Inovação Financeira dos Derivativos”. Pronto: outro estouro.
O que fazer agora: · Não imagine que o desempenho do passado vá continuar. · Diversifique seu capital. · Renda Fixa, “Bonds”, Ações de empresas produtivas, imóveis comerciais (ainda hoje no Brasil) são sempre boas opções para o investidor pessoa física. · A incerteza no mercado de trabalho exige reforço das reservas. A poupança deve ser suficiente para enfrentar os desafios que hão de vir. · A organização de suas finanças (sejam pessoais ou corporativas) devem ser organizadas na ordem certa de prioridades: Primeiro as dívidas, depois as despesas e por fim os investimentos.
Temos agora muitas oportunidades de investimento em capital empreendedor. Ser produtivo, pensar no mercado e trazer benefícios para a sociedade, isso sempre funcionou.
Vamos então continuar trabalhando e focando nos resultados. Aprender com as lições do passado e passar por “mais este desafio”!
Desejo muita cautela e trabalho em 2009.
Miguel Perrotti Sócio da Invest Tech |
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Índice Invest Tech - TI |
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Saiba Mais: |
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BNDES - sempre uma boa alternativa |
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Entenda como as empresas de TI podem se beneficiar dos recursos disponibilizados pelo BNDES através do Prosoft e BNDESpar. |
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* Cloud Computing levará sete anos para amadurecer |
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* Citrix e Intel fecham acordo na área de virtualização |
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* Parceria com HDS deve responder por 30% do crescimento da BSA |
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Tecnologia Fonte: TI Inside |
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R$ 60,2 bi
É o valor movimentado no mercado brasileiro de tecnologia em 2008. |
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Celulares no Brasil Fonte: IDC |
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12,6 %
É a queda no mercado de celulares no ultimo trimestre de 2008. |
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O BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, como seu próprio nome diz, tem como objetivo disponibilizar recursos para apoiar empreendimentos que contribuam para o desenvolvimento do país. Esta ação busca a melhoria da competitividade da economia brasileira, nos seus diversos setores, e a elevação da qualidade de vida da sua população.
Para o segmento de TI, em especifico, existe o Programa para o Desenvolvimento da Indústria de Software e Serviços de Tecnologia da Informação – PROSOFT, que tem o objetivo de desenvolver a indústria nacional de software e serviços de Tecnologia da Informação (TI), de forma a:
· ampliar significativamente a participação das empresas nacionais no mercado interno; · promover o crescimento de suas exportações; · fortalecer o processo de P&D e inovação no setor; · fomentar a melhoria da qualidade e a certificação de produtos e processos associados ao setor; · promover o crescimento e a internacionalização das empresas nacionais do setor; · promover a consolidação setorial; · promover a difusão e a crescente utilização do software nacional no Brasil e no exterior; · fortalecer as operações brasileiras de empresas multinacionais de software e serviços de TI que desenvolvam tecnologia no Brasil e/ou utilizem o país como plataforma de exportação
O BNDES possui duas formas de financiamento, através de dívida ou de participação acionária. O BNDESPar é o braço de Capital de Risco (Venture Capital e Private Equity) do BNDES e realiza seus investimentos via participação acionária. As empresas podem pleitear tanto dívida, Prosoft - para as empresas de TI, como participação acionária, já em sua primeira solicitação de recursos.
O primeiro passo para pleitear recursos no Prosoft é elaborar um Plano de Crescimento consistente da empresa, contemplando todas as informações financeiras e organizacionais, exigidas a partir do roteiro disponibilizado pelo BNDES.
O Prosoft financia até 85% do plano de investimento apresentado pela empresa, a qual deve apresentar 15% do valor como contrapartida. Esta contrapartida pode conter gastos e investimentos realizados até seis meses anteriores à data-base do plano. O financiamento mínimo para o Prosoft é de R$ 400.000,00 e uma das grandes vantagens é a não-exigência de garantias reais para a concessão do financiamento inferiores à
O cronograma normal para avaliação do Plano de Negócios e liberação dos recursos gira em torno de seis meses, sendo um mês para enquadramento da operação, dois a três meses para a análise final do plano e dois meses para o processo de contratação, que envolve o período de negociação em detalhes das cláusulas contratuais.
Algumas exigências devem ser cumpridas após a liberação do crédito, como a comprovação de todos os gastos descritos no Plano através de notas fiscais. Para a liberação das parcelas do financiamento é necessário que a empresa seja periodicamente auditada, na qual será verificada se os gastos estão seguindo o planejamento feito no Plano de Negócios.
A Invest Tech possui uma equipe com experiência comprovada em processos de captação de recursos e relacionamento com o BNDES, e dessa forma assessora seus clientes e investidas desde a elaboração do Plano de Negócio até as negociações finais com o Banco.
Captamos em diversas transações mais de R$ 60,0 milhões junto ao BNDES, tanto em dívida (Prosoft) como em participação acionária. O resultado dessas operações é um crescimento alavancado dos negócios e o desenvolvimento da indústria brasileira de Tecnologia da Informação.
Fábio Chagas/Vanessa Seabra |
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Cloud Computing levará sete anos para amadurecer |
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O conceito de cloud computing ("computação em nuvem") atravessa uma fase de crescimento acelerado, mas ainda necessita de vários anos e muitas mudanças no mercado para deixar de ser uma tendência e passar a ser empregado em larga escala, segundo um estudo do Gartner.
O cloud computing se tornando uma tecnologia madura durante os próximos anos, haverá três distintas, mas ligeiramente sobrepostas, fases de evolução. A primeira, que acontecerá até 2011, será a de pioneirismo. A segunda fase, que vai de 2010 até 2013, será marcada pela consolidação do mercado, enquanto que a terceira, de 2012 até 2015, compreenderá o ápice e sua "commoditização". |
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Citrix e Intel fecham acordo na área de virtualização |
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Com a meta de ampliar sua atuação no mercado de virtualização, a Citrix anunciou a assinatura de um acordo com a Intel para produzir uma nova classe de soluções de virtualização que aperfeiçoam o fornecimento de aplicativos para milhões de dispositivos baseados em processadores Centrino 2 e Core2 da Intel. A idéia com isso é possibilitar a redução dos custos com a administração de desktops.
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Parceria com HDS deve responder por 30% do crescimento da BSA |
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BSA Brasil e Hitachi Data Systems (HDS) firmaram parceria para fornecer serviços de virtualização. A decisão veio acompanha de uma análise de mercado, que indicou a necessidade de apresentar novas possibilidades para um grupo de clientes que se encaixa na denominação PME (pequena e média empresa) e passa por processo de "amadurecimento tecnológico". Segundo informações da BSA, o acordo deve representar cerca de 30% do crescimento da empresa, que, neste ano, espera ganhar ao menos dez novos clientes.
Em entrevista ao IT Web, o diretor de infraestrutura da BSA Brasil, Marcelo Loro, explicou que a companhia trabalha com dois grupos de clientes: as grandes corporações e as PMEs, e buscam ofertas que atendessem a esses dois mercados. O grupo PME quer serviço de storage, mas com inteligência agregada", contou, apontando que as empresas deste porte vêm se estruturando. "Elas amadureceram sob o ponto de vista dos negócios e agora precisam de amadurecimento tecnológico", concluiu.
Além do storage, o executivo avaliou que o software como serviço (SaaS, na sigla em inglês) é outro conceito que tem tido boa aceitação nesse grupo de empresas.
Sobre a parceria com a HDS, Loro informou que ela aconteceu pela necessidade de promover a "inteligência" no gerenciamento buscada pelas empresas; e a subsidiária da Hitachi possuía o know-how necessário e a liderança no segmento de storage. Com esse acordo, os clientes terão, conforme explicou o diretor, gerenciamento centralizado, instalações simplificadas, suporte e manutenção facilitados.
Para Loro, a solução oferecida em parceria com a HDS é a junção das necessidades das áreas de suporte e produção, que são carentes, entre outras coisas, em automação, storage e redimensionamento de rede. O executivo observou ainda que, com a união, não importa mais qual o tipo de hardware, mas o software que centralizará o gerenciamento. |
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em 10/02/2009